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Eu te digo sim todos os dias


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Eu me pergunto o que será de nós. Em um amanhã louco. Em uma estrada distante. Em mundos opostos e travesseiros separados por milhas e milhas. Eu me pergunto, onde estarei. Em uma desilusão estranha com a vida. Ou aos prantos em um quarto abatido. Aqui, ali, lá, menos perto o suficiente. Menos certo o suficiente. Eu me pergunto o que, de fato, é suficiente. A espera pelos dias melhores. Os sonhos acerca dos dias melhores. O desejo ou a determinação? O que resta se o que sobra é apenas a incerteza das escolhas?

Eu me pergunto quando. Quando vamos deixar de viver dias intermináveis sem terminar qualquer um deles ao lado um do outro. Ao fechar os olhos e sussurrar boa noite. Ao estalar o último beijo do dia em nossos lábios fundidos. Eu me pergunto, até quando? Até quando vamos ser assim, estar aqui, mas completamente lá do outro lado. Ser aqui, mas viver por lá. Querer aqui, mas nunca ficar.

Como poderemos ainda ficar se o que mais fazemos é ir embora?

#Resenha: A desconhecida – Mary Kubica


Título: A Desconhecida

Autora: Mary Kubica

Editora: Planeta de Livros Brasil

Páginas: 352

Ano de publicação: 2017

Nota da leitura: 4 /5

Onde comprar: Amazon / Saraiva 



A História

Heide trabalha em uma ONG que atende refugiados e pessoas em situação de risco. Não é a toa que ela acaba por se preocupar muito com uma adolescente que vive vagando pelas estações de trem com um bebê em seus braços.

Dias vão, dias vêm, Heide acaba por se compadecer completamente por Willow, a adolescente, e Ruby, a bebê, em uns dias de clima pesado, gelado e tempestuoso. Desorientada, Heide as carrega para dentro de sua própria casa, podendo pôr em risco sua família, mas ela sequer cogita essa ideia. Willow e Ruby lhe parecem tão inofensivas…

A verdade é que elas estão precisando urgentemente de ajuda. Com fome e frio, sem ter para onde ir, onde se abrigar, Willow acaba aceitando a ajuda. Já na casa de Heide, mesmo debaixo de toda a quentura do lugar, com comida farta, um lugar para dormir e tomar banho, Willow continua apreensiva. Ela é uma caixinha de mistérios. E não vai entregar a chave a ninguém, se é o que quer saber.

Indo contra sua família, Heide esconde as duas debaixo de seu teto, mas sequer poderia imaginar que tudo iria acabar como acabou.

#Resenha: Outros jeitos de usar a boca – Rupi Kaur


Título: Outros jeitos de usar a boca

Autora: Rupi Kaur

Editora: Planeta de Livros Brasil

Páginas: 206

Ano de publicação: 2017

Nota da leitura: 5/5

Onde comprar: Amazon / Saraiva 





Sobre o livro

Esse não é um livro qualquer. Já devo começar avisando que esse livro vai mexer com toda sua estrutura emocional. Fim de papo.

Primeiramente, se trata de um livro de poemas. O maravilivro é divido em 4 partes. As partes são nomeadas como: a dor, o amor, a ruptura, a cura.

Só de saber que essas são as partes do livro, você já sente uma emoção estranhamente íntima, como se o seu interior estivesse sendo lido, lentamente.

Como já se pode perceber, em cada parte dessa é abordado sobre um assunto. Ou seja, em a dor o livro fala sobre os momentos de dor que nós vivemos. Em o amor, a mesma coisa, é o lado mais amorzinho do livro, sendo que o mesmo, nem mesmo nessa parte, deixe de trazer questões relevantes para pensarmos mais sobre. Em a ruptura, são os momentos onde nos sentimos quebradas, de fato. São aqueles momentos onde tudo parece ser o fim. E aí, vem a cura, que são os momentos em que a gente entende mais sobre si mesma, sobre o mundo ao nosso redor e, o mais importante, é quando a gente passa a se aceitar.

Vale ressaltar que o livro é voltado para o universo feminino, ou seja, é um livro maravilhoso sobre o emponderamento feminino. O livro reúne várias questões sobre as mulheres, sobre sentimentos, sobre perda, amor, saudade, sexo, relacionamento, abuso, aceitação, questões sobre o corpo etc.. Em cada assunto, há um questionamento por trás, sabe? Nos deixa sem palavras muitas vezes, porque estamos sentindo tanto que não sabemos como definir. 

Daí que a gente cresce e pronto…


Quando a gente cresce
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Já não somos mais os mesmos de quando tínhamos sete, oito ou até mesmo nove anos. Onde ficávamos uma tarde inteira a correr juntos com os amigos, mandávamos bilhetes fofinhos em meio a aula, fazíamos de tudo para arrancar um sorriso de quem gostávamos. Onde, no começo do anoitecer, nos rendíamos sentados em qualquer calçada para ver cada estrela surgindo naquele vasto, lindo e misterioso céu.

Nossa, caramba! Isso é uma droga... perder isso é uma tremenda droga! Toda aquela inocência, pureza e leveza da vida. Pois é, o que podemos fazer?! Se tudo que é novo nos dá um imenso medo, sempre! Mas é só o que nos resta a fazer: recomeçar. Sempre é tempo de recomeçar e isso nos dará medo, isso é algo que não podemos evitar, porque medo sempre existirá mediante as coisas novas que iremos fazer e não é pouco. Porém, é preciso, sim, é preciso haver começos, meios e principalmente os fins de toda história vivida, contada e até mesmo aquelas que foram somente sonhadas.

#642 Coisas: 13- Escreva dez recadinhos de "biscoito da sorte".


Oi, gente! Tudo beleza no seu mundo daí?

Faz tempo em que não escrevo nada para o projeto 462 coisas sobre as quais escrever (saiba mais aqui e aqui). Hoje decidi trazer esse post que adorei!

Escrevi 10 recadinhos de biscoito da sorte! Foram todos escritos por mim, ok? Não esqueça de compartilhar com os amigos
1.



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