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Viramos fantoche do cotidiano


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Tudo pode ser infinitamente intenso quando tudo são flores. Só que, como bem sabemos, a vida não se traduz em um jardim florido. A vida é sobre ir além. Um jardim florido carrega o perfume das flores, a beleza das pétalas, das formas e cores, mas também carrega os espinhos. A verdade é que nada é cem por cento maravilhoso. Uma hora ou outra a gente acorda e fere os dedos na rosa que sempre floresceu aquele lugar. Não é como se tudo tivesse que ter um lado ruim, mas tem, independente do quanto lutemos contra.

Aconteceu com a gente.

Tudo o que ela queria não querer


Ela sentia que nada poderia mudar em sua vida. Pensava que sempre seria assim: dias monótonos, vãos entre o tempo de ontem e o de hoje, além da imensa incerteza do amanhã. Mas não era isso que ela queria. No fundo, tudo o que lhe deixava feliz era saber que tinha seus sonhos, mesmo que encaixotados na gaveta das memórias. Não eram simples memórias, ela dizia. A verdade é que suas visões de mundo estavam ali, aprisionadas dentro de seu próprio ser. Tudo o que ela era estava estagnado no que não queria ser.
A brisa bagunçava suas mexas, levava seu cheiro pelos ares, inundando a todos por onde ela passava, quando pensou ter ouvido sua voz interna lhe dizendo que não. Não? Podia sentir sua testa enrugando suavemente. A vida tentava lhe dizer que não, que nada poderia continuar do jeito que estava. Não quando ela estava infeliz. Não quando era ela quem se sentia fora do eixo. Não quando tudo o que ela mais queria era poder ser quem é. Às vezes a vida nos mostra novos ares e não damos atenção, talvez por estarmos ocupados demais com o cotidiano maçante ou simplesmente por já não termos mais esperança de dias novos.

Sobre relacionamentos: Será que caiu na rotina?


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Depois de muitos anos de relacionamento, algumas pessoas se perguntam, por qual motivo tudo acabou esfriando? Por qual motivo as demonstrações de amor nas redes sociais não são tão presentes mais? Por qual motivo as coisas acabam se tornando diferentes?

E então alguns respondem com um simples “acabou caindo na rotina”, ou simplesmente “perdeu a graça”. Mas será que foi isso mesmo que aconteceu? Às vezes penso que as pessoas simplesmente perceberam que tudo que antes era necessário ser postado, hoje, faz mais sentido ser demonstrado nos pequenos detalhes.

#Resenha: Nas Cores do Amor - Ruth Arnaldo



Título: Nas Cores do Amor
Autor: Ruth Arnaldo
Paginação: 25 capítulos
Publicação: Amazon Kindle


“(...) Porque quando o amor acontece só enxergamos cores por toda parte.”

A História


Liss é uma menina totalmente diferente das outras meninas. Ela é linda e muito rica, mas não gosta de tirar nenhuma vantagem por isso, ela prefere conquistar tudo pelo seu mérito. Com isso, ela resolve se transformar em alguém muito diferente para poder conquistar tudo que ela sempre sonhou. Então se transforma em uma menina maluca, claro no bom sentido. Sua mudança começa com ela escondendo seu belo corpo em roupas totalmente coloridas.
Em um certo dia difícil, ela encontra um garoto que se parece muito com seu ator preferido, Depp, mas na verdade ele é Dimitri, um garoto muito diferente de Liss em todos os sentidos. Ele é super misterioso e muito lindo. Algo nesse encontro mexe com os dois, mas será que alguém irá dar o primeiro passo?
Liss não é de desistir fácil do que quer, será que ela irá consegui ter o seu Depp, ou melhor Dimitri? Como será a reação de Dimitri quando souber que Liss acha ele muito parecido com Depp?
Essa é uma história muito misteriosa que irá nos surpreender. Uma menina que tinha de tudo para ter a vida fácil, mas que resolve lutar por algo muito mais difícil do que ela pode imaginar: o amor.

Ainda dói no fundo do peito


Já faz tanto tempo, mas parece que carrego comigo todas as cenas na íntegra. Como se fosse ontem. Um ontem que nunca passa, que se eternizou no presente, que se nega a ser passado. Ainda dói, sabe? Dizem que eu não superei. Dizem que eu ainda guardo mágoas. Que eu não amadureci totalmente. Mas a verdade é que ninguém conhece o fundo da alma da gente. Ninguém nunca sabe como é conviver com isso todos os dias em que minhas pernas fraquejam, que meu peito chora e que as lembranças insistem em fazer lembrar.
A verdade é que nem sei mais como é que tenho ido. Talvez eu tenha estado esse tempo todo fora do mundo de dentro. Talvez eu tenha me agarrado ao que um dia fui, ao que um dia fomos, a tudo que eu pensei termos sido. Talvez eu tenha paralisado o tempo aqui dentro e jamais olhe pela janela para ver a vida passar sem mim. Ou talvez eu não esteja vendo as coisas como elas realmente são. Talvez eu esteja despencando aos poucos, mas sequer tenho notado. Aí quando dói, dói de uma forma que eu não sei como controlar.
E nem adianta gritar, sabe? Porque, quando dói, dói pra valer. Dói bem no fundo do peito. Ainda. Dói. Demais. Ainda. Machuca. Muito.

Notas sobre uma manhã ensolarada


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Há tanta gente aqui. Tanta gente por aí. Todo mundo tão junto, todo mundo tão separado. Uma multidão. Multidão de vazio, talvez. Multidão de egocentrismo, quem sabe. Sempre há de tudo por aí, não é mesmo? Como nesse exato momento: vejo pessoas rodeando a praça principal da cidade. Andam tão juntas, ao mesmo tempo tão sozinhas. Todos por ninguém, muitas vezes. Um por todos e todos por um? Raro. Um por um mesmo? Normal. Será egoísmo? Será medo uns dos outros? Serão as muitas tentativas de vencer na vida que não permitem que um dê a mão ao outro? Serão as diversas vezes em que nossa mãe disse para não falarmos com estranhos? Aprendemos a ser um estranho perfeito. Aprendemos a ser um só, mesmo em uma multidão.

Ilustrando Traços: Últimas ilustrações

   Olá, galera! Não abandonei o blog, apesar de ele estar desatualizado há uma semana, mas a vida corrida atingiu em cheio por aqui. Tenho trabalhado ilustrando, estudado muito (mestrado é incrível, porém exaustivo também), além das leituras que tenho que cumprir. Falando assim até parece que não é tão difícil, mas não tenho dado conta tão facilmente assim.
Vocês já me acompanham lá no Ilustrando?
      Para atualizar vocês um pouquinho do que ando aprontando por aqui (tenho trabalhado em alguns projetos dos quais ainda não posso mostrar). 
       Saíram algumas novas ilustrações, vim mostrar para vocês!
Ah, quero saber de qual mais gostaram!

Você nunca quis ouvir adeus


Não é adeus que você quer ouvir, mas nunca foi capaz de me dizer que vai ficar. Nunca me pediu para ficar. Nunca me pediu para não ir. Nunca me pediu para estar ao seu lado no próximo amanhecer. É muito nunca para um amor de tantos anos. É muito “ainda não” para um amor que cresceu tanto. Não é adeus que você quer ouvir, mas é o adeus que você tem pedido a cada silêncio, a cada nota não tocada, a cada palavra não dita e olhares desviados.

Nunca.

Nunca é uma palavra tão grande, acho que foi isso que aconteceu: fomos engolidos pelo o que nunca tivemos oportunidade de ter. Mas eu não quero dizer adeus, só que a razão sabe para onde é que está sendo varrida nossa história. Não é amor quando o que fazemos é deixar rolar. Não é amor quando o que tentamos é algo sem definição por já ter sido definido demais. Não é amor quando o que a gente faz é fingir que está tudo bem. É tudo, menos amor. Mas talvez seja apenas os efeitos do nunca que não temos coragem de viver.

#Resenha: Como esquecer um cafajeste - Simone Lemos

Título: Como esquecer um cafajeste

Autora: Simone Lemos

Editora: Alicanto

Páginas: 286

Ano de publicação: 2017

Onde comprar: Amazon | Livraria cultura

“Lembre-se do que você realmente quer para sua vida e mantenha o foco no sonho, não no cafajeste.”

A História

Imagine que em sua vida vive um cafajeste. Não, não é o tipo de cafajeste amador, é o tipo de cafajeste profissional. Um cara charmoso, bonito, gostoso e que sabe que é tudo isso. Que sabe ser tudo isso e muito mais. Agora imagine que você tem um “relacionamento” com esse cara há mais de dez anos. Sim, 10. Só que você sempre quis mais... sempre teve esperança.

Então, de repente, a vida dá um tapa na sua cara e te faz perceber que já basta. O que você faz? Afinal, como é que faz para esquecer o cara que você gosta? Como é que faz para esquecer um cafajeste da p****?

Novidades: Ilustrando Traços


Oi, gente! O blog está desatualizado já faz quase uma semana e isso me corta o coração. A vida anda beeeem corrida do lado de cá, sorry. No entanto, estou aqui para trazer uma novidade bacana (pelo menos eu espero que seja).

Sou uma pessoa bastante eclética. Gosto de tanta, mas tanta coisa que nem sei elencar. Jamais me peçam para listar, principalmente se for por prioridade. Dentre essa minha mania de gostar de tudo um pouco, venho apresentar mais um hobby meu: ilustração. Sim, amo ilustração, seja em desenho à mão (o que não é meu caso, vão ver o desastre daqui a pouco), seja em vetor (aqui eu me encaixo), pintura, grafite... tanto faz. Se é arte, me ganha. Se faz sentido pra mim, me tem. Se me faz sentir coisas estranhas, nem se fala.

Melhores frases da semana


Oi, gente! Vocês sabem que tenho uma página no Facebook na qual divulgo as postagens do blog, mas também publico frases, trechos de textos e o que mais vier em mente? Então, se não conhece precisa conhecer: clique aqui.

Agora irei reunir as frases mais curtidas/compartilhadas em uma única postagem aqui, o que acham? Assim eu tenho uma ideia do que mais gostaram e mais gente pode ter acesso a elas. Sem contar que quero deixar o blog e a página mais juntinhos, portanto, vamos falar do que rola por lá aqui também.