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#Resenha: Cretino Abusado – Penelope Ward e Vi Keeland

Título:  Cretino Abusado
Autoras: Penelope Ward e Vi Keeland
Páginas: 272
Editora: Editora Planeta do Brasil
Ano de Publicação: 2017
Onde Comprar: Amazon | Saraiva

 “Às vezes aqueles que usam os maiores escudos são os que protegem os maiores corações.”

A História

Aubrey está viajando de carro para um recomeço de sua vida em outra cidade, depois de ter sido traída ela precisava tomar outro rumo na vida, então resolveu pedir demissão e embarcar em uma nova aventura. No entanto, ela não esperava que o que para ser uma simples viagem de carro, para seu novo destino a procura de trabalho, iria se transformar em uma viagem de mudança de vida. Ela acabou se tornando outra pessoa, e essa viagem só lhe fez conhecer um pouco melhor de si mesma. Durante a viagem, Aubrey acaba encontrando uma pessoa que irá mudar totalmente o seu rumo. Ao mesmo tempo em que ele é um cretino abusado arrogante, também é o homem que irá mexer com ela, deixando-a de pernas bambas.
Durante uma parada para se recompor Aubrey encontra com Chance; e como a moto de Chance acabou de dar problema, ele a convence a lhe dar uma carona, já que eles vão para cidades próximas. Porém, ninguém poderia imaginar que essa carona iria mudar tanto a vida desses dois personagens. Mas o que será que aconteceu? Será que os dois conseguirão se entregar ao sentimento? O que há por trás desse motoqueiro cretino?
Só iremos descobrir o que realmente aconteceu com esses dois, depois dessa linda leitura, que tenho certeza que vocês irão amar. 

Personagens Principais

Aubrey é advogada e trabalha em Temecula. Seu maior sonho era ser veterinária, mas como era desejo de seu pai acabou se formando em direito. É filha única e seus pais moram em Chicago. Não é um tipo de garota ingênua, sempre foi muito decidida e sempre teve sua vida totalmente em ordem, mas acabou deixando um sonho de criança de lado para poder se dedicar ao sonho de seu pai, que é se tornar advogada.
 Ela tem cabelos compridos com cachos castanhos avermelhados e forma curvilínea. Sua beleza é natural e ela possui algumas sardas espalhadas pelo nariz. Seus cabelos bagunçados dão-na um ar de selvagem. Não é do tipo modelo de revista, mas ela tem uma beleza própria e encantadora, deixando muitos homens aos seus pés. Seu jeito decidida e sua postura acabam-na deixando um pouco mais sexy, pois muitos homens gostam de mulheres assim, e muita das vezes as mulheres também precisam ir a luta e tomar a iniciativa; é assim com  Aubrey, quando ela quer algo ninguém lhe tira da cabeça.
Chance Bateman é um homem gostoso demais, está sempre com um sorriso arrogante no seu rosto lindo, esculpido, desalinhado e emoldurado por mechas grossas de cabelos castanhos acobreados. Ele tem sotaque super sexy, que deixa qualquer mulher de calcinha molhada. Seu abdômen é bronzeado e rígido como uma pedra e uma trilha fina de pelos que desaparecem na cueca. Suas lindas covinhas completam seu sorriso perfeito, seu sotaque australiano é de deixar arrepiada. Seus olhos são da cor azul igual ao lápis de cor nº treze, um azul com um toque misterioso de cinza. Covinhas profundas e a barba começando a sombrear a mandíbula. É um americano, mas mudou para a Austrália aos cinco anos. Hoje com vinte e oito anos, era jogador de futebol mas no momento é aposentado; seu hobby depois da aposentadoria é fazer arte de sucatas. 


Personagens Secundários

Harrison é sócio do escritório de advocacia onde Aubrey trabalhava. Eles estavam juntos por quase um ano, e moravam juntos, mas Aubrey acabou descobrindo que Harrison estava de caso com sua estagiária.
Adele é irmã de Chance, ela é dois anos mais nova que seu irmão. Ela e Chance são bem unidos, ele é capaz de fazer de tudo pela felicidade da irmã, ao ponto de prejudicar sua própria felicidade. Em um dado momento de sua vida ela acabou se metendo com pessoas erradas e com isso acabou entrando na vida errada, de drogas e tal. Um certo dia, seu mundo virou de ponta à cabeça, e seu irmão, para defendê-la, acabou cometendo um erro muito grande e teve que passar por isso durante um certo tempo.
Piper é ex-noiva de Chance, ela é loira, magra e muito bonita de um jeito convencional. É uma super modelo, uma espécie de celebridade que adora estar aparecendo pra tudo e mostrando que tudo deve ser perfeito.
Jeremy Longthorpe é o CEO de uma empresa de tecnologia, ele é cliente de Aubrey e se mostrou muito interessado nela. Ele é muito fofo e fica lindo usando óculos. 
 
Capa, escrita e afins

Esse livro possui uma mistura de romance, drama e um pouco de comédia.
A escrita é dividida em duas partes, em que na primeira quem narra é Aubrey, e na segunda quem narra é Chance.
O livro é escrito de uma forma leve que nos faz envolver com muita facilidade e acabamos entrando na história e vivendo um pouco de tudo que os personagens passaram.
Chance é o cretino abusado que me conquistou somente pela capa, fiquei encantada por essa capa linda que nos revela esse verdadeiro e lindo motoqueiro que deixa qualquer mulher doida.
Cretino Abusado nos conta uma linda história entre um motoqueiro sedutor e uma linda advogada que está atrás de um recomeço para sua vida. Ela nunca foi uma menina ingênua, mais acabou deixando seus sonhos de lado para seguir o que seu pai tanto queria. É uma mulher-menina que tem tudo sobre controle na sua vida e quando é traída acaba percebendo que muita coisa deverá passar por uma mudança, e essa mudança é inesperada. 
No começo do livro o personagem principal, Chance, tem um ar misterioso e arrogante, mas depois que você começa a leitura acaba se apaixonando por ele assim como eu. É que você percebe que o que ele mais quer é não machucar Aubrey, por isso ele acaba tendo que tomar algumas decisões difíceis.
O que eles não imaginavam é que iriam acabar desviando caminho e que em cada parada mais uma página dessa linda história de amor iria ser escrita.  

Conclusão

Já estava doida por esse livro há muito tempo, e quando recebi em parceria com a editora fiquei mega feliz.
E depois que comecei a leitura soube que era tudo que eu tanto esperava pra ler, por um momento fiquei com medo de ter me encantado tanto pela capa e não gostar da leitura, mas já no primeiro capítulo eu tive certeza que esse livro é perfeito. Leitura altamente viciante quando se começa a ler não tinha vontade de fazer mais nada; acabei de ler em apenas um dia, pois fiquei tão apaixonada pelos personagens que quando dei por mim a leitura já tinha acabado.
Esses personagens irão nos mostrar que são em pequenos gestos que percebemos a importância que a outra pessoa nos dá, que cada simples momento será único e estará fazendo a diferença na vida de cada um, podemos não perceber de imediato, mas eles irão te transformar de alguma forma. O destino irá criar oportunidades, basta cada um aproveitar da forma que achar melhor; mas o principal é se lembrar que onde há amor há tudo.
Recomendo muito!

Citações importantes

“Quanto mais você tenta ser boa, mais anseia por ser má.”
"Chance era a única coisa que me parecia certa em relação à minha vida naquele momento - a única coisa que fazia sentido."
“A única coisa que pode ser mais bonita do que seu rosto quando sorri para mim, é seu rosto quando eu estiver dentro de você.”
 “Ás vezes é preciso perder tudo para perceber do que você realmente precisa.”
"Meus sonhos não tem arco-íris e pombas brancas. Neles, estou puxando o seu cabelo enquanto te fodo em cima da mesa. Quer transformar meu sonho em realidade, princesa?"
Nota:

#Resenha: A Garota do Orfanato Sombrio - Temple Mathews


Título: A Garota do Orfanato Sombrio
Autora: Temple Mathews
Editora: Jangada (Grupo Editorial Pensamento)
Páginas: 301
Ano de publicação: 2018
Onde comprar: Amazon | Saraiva

A História

Imagina que você acorda em um quarto escuro e estranho. Você não faz a menor ideia de como foi parar lá, mas tem certeza de que nunca viu aquele lugar. De repente, descobre que não está sozinha. Há mais adolescentes ali, mas são todos estranhos. E na medida que tenta descobrir o que é aquele lugar mais coisas estranhas se formam. No entanto, o que descobre te deixa totalmente sem chão: você está morta.
Echo vai parar em um orfanato esquisito e sombrio para adolescentes órfãos, que todos chamam de Casa do Meio. Tudo o que ela sabe sobre aquele lugar é que não pode sair, que os adolescentes de lá são diferentes e que há regras a cumprir. O lugar parece antiquado e fora de contexto. Echo não faz a menor ideia do que lhe aconteceu, não lembra de suas últimas horas e não sabe como fazer para sair daquele lugar.
Aos poucos, ela percebe que precisa descobrir o que lhe aconteceu e que todos ali naquele orfanato espera incansavelmente desvendar a mesma coisa para, então, poder sair dali. Na medida em que Echo busca colher informações acerca de seu assassinato, muita coisa acontece: ela constrói amizades verdadeiras, se apaixona mais uma vez, vive aventuras bizarras e, principalmente, conhece melhor quem ela realmente era.
Será que Echo irá descobrir quem lhe queria morta? Qual o preço que se paga pela ânsia de vingança?

Viramos fantoche do cotidiano


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Tudo pode ser infinitamente intenso quando tudo são flores. Só que, como bem sabemos, a vida não se traduz em um jardim florido. A vida é sobre ir além. Um jardim florido carrega o perfume das flores, a beleza das pétalas, das formas e cores, mas também carrega os espinhos. A verdade é que nada é cem por cento maravilhoso. Uma hora ou outra a gente acorda e fere os dedos na rosa que sempre floresceu aquele lugar. Não é como se tudo tivesse que ter um lado ruim, mas tem, independente do quanto lutemos contra.

Aconteceu com a gente.

Tudo o que ela queria não querer


Ela sentia que nada poderia mudar em sua vida. Pensava que sempre seria assim: dias monótonos, vãos entre o tempo de ontem e o de hoje, além da imensa incerteza do amanhã. Mas não era isso que ela queria. No fundo, tudo o que lhe deixava feliz era saber que tinha seus sonhos, mesmo que encaixotados na gaveta das memórias. Não eram simples memórias, ela dizia. A verdade é que suas visões de mundo estavam ali, aprisionadas dentro de seu próprio ser. Tudo o que ela era estava estagnado no que não queria ser.
A brisa bagunçava suas mexas, levava seu cheiro pelos ares, inundando a todos por onde ela passava, quando pensou ter ouvido sua voz interna lhe dizendo que não. Não? Podia sentir sua testa enrugando suavemente. A vida tentava lhe dizer que não, que nada poderia continuar do jeito que estava. Não quando ela estava infeliz. Não quando era ela quem se sentia fora do eixo. Não quando tudo o que ela mais queria era poder ser quem é. Às vezes a vida nos mostra novos ares e não damos atenção, talvez por estarmos ocupados demais com o cotidiano maçante ou simplesmente por já não termos mais esperança de dias novos.

Sobre relacionamentos: Será que caiu na rotina?


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Depois de muitos anos de relacionamento, algumas pessoas se perguntam, por qual motivo tudo acabou esfriando? Por qual motivo as demonstrações de amor nas redes sociais não são tão presentes mais? Por qual motivo as coisas acabam se tornando diferentes?

E então alguns respondem com um simples “acabou caindo na rotina”, ou simplesmente “perdeu a graça”. Mas será que foi isso mesmo que aconteceu? Às vezes penso que as pessoas simplesmente perceberam que tudo que antes era necessário ser postado, hoje, faz mais sentido ser demonstrado nos pequenos detalhes.

#Resenha: Nas Cores do Amor - Ruth Arnaldo



Título: Nas Cores do Amor
Autor: Ruth Arnaldo
Paginação: 25 capítulos
Publicação: Amazon Kindle


“(...) Porque quando o amor acontece só enxergamos cores por toda parte.”

A História


Liss é uma menina totalmente diferente das outras meninas. Ela é linda e muito rica, mas não gosta de tirar nenhuma vantagem por isso, ela prefere conquistar tudo pelo seu mérito. Com isso, ela resolve se transformar em alguém muito diferente para poder conquistar tudo que ela sempre sonhou. Então se transforma em uma menina maluca, claro no bom sentido. Sua mudança começa com ela escondendo seu belo corpo em roupas totalmente coloridas.
Em um certo dia difícil, ela encontra um garoto que se parece muito com seu ator preferido, Depp, mas na verdade ele é Dimitri, um garoto muito diferente de Liss em todos os sentidos. Ele é super misterioso e muito lindo. Algo nesse encontro mexe com os dois, mas será que alguém irá dar o primeiro passo?
Liss não é de desistir fácil do que quer, será que ela irá consegui ter o seu Depp, ou melhor Dimitri? Como será a reação de Dimitri quando souber que Liss acha ele muito parecido com Depp?
Essa é uma história muito misteriosa que irá nos surpreender. Uma menina que tinha de tudo para ter a vida fácil, mas que resolve lutar por algo muito mais difícil do que ela pode imaginar: o amor.

Ainda dói no fundo do peito


Já faz tanto tempo, mas parece que carrego comigo todas as cenas na íntegra. Como se fosse ontem. Um ontem que nunca passa, que se eternizou no presente, que se nega a ser passado. Ainda dói, sabe? Dizem que eu não superei. Dizem que eu ainda guardo mágoas. Que eu não amadureci totalmente. Mas a verdade é que ninguém conhece o fundo da alma da gente. Ninguém nunca sabe como é conviver com isso todos os dias em que minhas pernas fraquejam, que meu peito chora e que as lembranças insistem em fazer lembrar.
A verdade é que nem sei mais como é que tenho ido. Talvez eu tenha estado esse tempo todo fora do mundo de dentro. Talvez eu tenha me agarrado ao que um dia fui, ao que um dia fomos, a tudo que eu pensei termos sido. Talvez eu tenha paralisado o tempo aqui dentro e jamais olhe pela janela para ver a vida passar sem mim. Ou talvez eu não esteja vendo as coisas como elas realmente são. Talvez eu esteja despencando aos poucos, mas sequer tenho notado. Aí quando dói, dói de uma forma que eu não sei como controlar.
E nem adianta gritar, sabe? Porque, quando dói, dói pra valer. Dói bem no fundo do peito. Ainda. Dói. Demais. Ainda. Machuca. Muito.

Notas sobre uma manhã ensolarada


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Há tanta gente aqui. Tanta gente por aí. Todo mundo tão junto, todo mundo tão separado. Uma multidão. Multidão de vazio, talvez. Multidão de egocentrismo, quem sabe. Sempre há de tudo por aí, não é mesmo? Como nesse exato momento: vejo pessoas rodeando a praça principal da cidade. Andam tão juntas, ao mesmo tempo tão sozinhas. Todos por ninguém, muitas vezes. Um por todos e todos por um? Raro. Um por um mesmo? Normal. Será egoísmo? Será medo uns dos outros? Serão as muitas tentativas de vencer na vida que não permitem que um dê a mão ao outro? Serão as diversas vezes em que nossa mãe disse para não falarmos com estranhos? Aprendemos a ser um estranho perfeito. Aprendemos a ser um só, mesmo em uma multidão.

Ilustrando Traços: Últimas ilustrações

   Olá, galera! Não abandonei o blog, apesar de ele estar desatualizado há uma semana, mas a vida corrida atingiu em cheio por aqui. Tenho trabalhado ilustrando, estudado muito (mestrado é incrível, porém exaustivo também), além das leituras que tenho que cumprir. Falando assim até parece que não é tão difícil, mas não tenho dado conta tão facilmente assim.
Vocês já me acompanham lá no Ilustrando?
      Para atualizar vocês um pouquinho do que ando aprontando por aqui (tenho trabalhado em alguns projetos dos quais ainda não posso mostrar). 
       Saíram algumas novas ilustrações, vim mostrar para vocês!
Ah, quero saber de qual mais gostaram!

Você nunca quis ouvir adeus


Não é adeus que você quer ouvir, mas nunca foi capaz de me dizer que vai ficar. Nunca me pediu para ficar. Nunca me pediu para não ir. Nunca me pediu para estar ao seu lado no próximo amanhecer. É muito nunca para um amor de tantos anos. É muito “ainda não” para um amor que cresceu tanto. Não é adeus que você quer ouvir, mas é o adeus que você tem pedido a cada silêncio, a cada nota não tocada, a cada palavra não dita e olhares desviados.

Nunca.

Nunca é uma palavra tão grande, acho que foi isso que aconteceu: fomos engolidos pelo o que nunca tivemos oportunidade de ter. Mas eu não quero dizer adeus, só que a razão sabe para onde é que está sendo varrida nossa história. Não é amor quando o que fazemos é deixar rolar. Não é amor quando o que tentamos é algo sem definição por já ter sido definido demais. Não é amor quando o que a gente faz é fingir que está tudo bem. É tudo, menos amor. Mas talvez seja apenas os efeitos do nunca que não temos coragem de viver.