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Aos 24


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Aos 24 eu percebi que passei a selecionar as pessoas com quem eu estou disposta a doar meu tempo para longas e boas conversas. Eu sempre fui muito de querer todos meus amigos a minha volta, hoje em dia, nem tanto, apenas aqueles que realmente sempre quiseram ficar, e que aqui permanecem para tudo o que eu precisar, sou grata que os fies permaneceram.
Aos 24 declaro de uma vez por todas que música alta, baladas e pegação não são “a minha praia”.  Bom, na verdade nunca foi, mas hoje em dia nem que me paguem compareço a lugares lotados, com de gente vazia e copos cheios. Eu prefiro tomar um açaí na praça, ou um prestigiar bom pedaço de pizza num barzinho tranquilo e pôr o papo em dia com os amigos, com as pessoas que realmente me conhecem, que eu não preciso ir super produzida para pegar ninguém. Haha. Eu prefiro, em um sabadão, ficar em casa, me curtir, cuidar de mim, arrumar o guarda-roupas, ler um bom livro ou me jogar na minha playlist, só eu e ela, ali, no meu quarto, sem ninguém a minha volta me olhando.
Aos 24 eu aprendi a ter mais fé, a acreditar que tudo passa e que tudo tem um porquê e que lá na frente eu vou agradecer e muito.
Aos 24 eu aprendi a curtir a dor quando ela aparece, a curtir o choro, os dias cinzas... São eles que me fazem uma mulher mais forte, são eles que me fazem agradecer muito mais todos meus sorrisos e dias de sol.
Aos 24 eu passei a dar mais valor à minha família, é ela que vai estar sempre ao meu lado em todos os momentos.
Aos 24 eu resolvi deixar a opinião dos outros com os outros, o que eles pensam acham ou julgam não me afeta como antes. Decidi ser quem eu realmente sou sem máscaras, intensa como sou, faladeira, sentimental ao extremo, ansiosa, elétrica. Não sei ser metade. Decidi que não preciso andar nos padrões de beleza perfeito, que posso usar meu cabelo estilo leãozinho quando me der vontade, e se vai ter gente achando feio? Claro que vai, mas o que importa? O importante é que eu esteja feliz.
Aos 24 eu aprendi que podem, sim, existir grandes laços de amizades a longas distâncias, e que a saudade vai ser enorme e vai machucar o peito, mas que o reencontro será tão mas tão bom que tudo valerá à pena.
Aos 24 eu aceitei que tenho um contrato vitalício com as espinhas. Haha. Quanto mais o tempo passa, mais elas aparecem, e convivo com elas bem, sem photoshop, nas fotos, pois elas agora fazem parte do look em geral de quem realmente sou.
Aos 24 eu entendi que não preciso postar tudo o que eu vivo, apenas aquilo que realmente é importante para mim, ou seja, muita coisa. Haha. Sou muito detalhista e me encanto fácil, tenho alma sonhadora e tudo tem uma importância para mim, mas aprendi viver o momento gravar tudo na minha mente e coração primeiro, aí, sim, depois postarei. Entendi que vai ter gente que não vai dar valor às minhas declarações, mas, bom, irei estar de consciência e coração tranquilos, pois minha parte eu fiz.
Aos 24 eu tive a plena certeza que sou completamente apaixonada pelo pôr do sol e pelo mar, sei lá, mas eles me passam tanta paz naqueles dias em que tudo está um caos, me sinto mais próxima de Deus, é como se eu tivesse recebendo uma resposta um acalento:“ vai ficar tudo bem”. E vai mesmo.
Aos 24 eu aprendi a ser mais maleável, a não brigar, discutir por pouco, quero é paz. Aprendi a pedir e dar mais perdão, desisti de joguinhos na hora do flerte ou passei a não suportar quem faz esse tipo de coisa, então, se começou com isso, já mando logo um próximoooo, por favor. Não tenho mais idade e nem paciência para isso, quero algo leve e sincero.
Aos 24 eu aprendi dizer e ouvir ‘Te Amo’, e, cara, não tem coisa mais incrível e maravilhosa nesse mundo que não seja isso. Não sair por aí dizendo ou ouvindo de qualquer um, mas daquelas pessoas das quais a gente realmente sente que transbordam amor.
Aos 24 eu aprendi a ser grata por quem eu me tornei!

O que fazemos daquilo que fizeram conosco


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O ano está acabando, mas você já parou para pensar sobre o que se permitiu ser? Sabe, temos sempre na ponta da língua uma reclamação sobre os acontecimentos da vida. Tudo o que nos deixou triste, que nos aprisionou com tanta força, que nos calou ou que simplesmente não conseguimos fazer. Mas há algo que fere muito: aquilo que fazem com a gente. Sabe quando você se decepciona com alguém? Não qualquer alguém, mas aquele alguém com quem você mantém uma linha afetiva forte. E não qualquer decepção, mas aquela que corta de dentro para fora. E você sofre.

Mas já pensou no que pode fazer com aquilo que fizeram com você?

Você tem opções, acredite. Pode simplesmente ficar sofrendo. Pode sofrer durante um tempo e não querer continuar nessa. Pode sofrer, chorar, se desesperar (provavelmente todas as coisas), mas, depois, resolver levantar. Pode também se permitir mudar. Aquela coisa que te falaram sobre a mudança ter que partir de você? É isso mesmo. Às vezes precisamos fazer mais do que nos permitimos. Às vezes precisamos buscar o aprendizado nas piores situações da vida. Acredite, embora seja em um momento ruim, poderá encontrar um aprendizado.

Se te maltrataram, aprenda a não maltratar outro alguém. Se te feriram, tome mais cuidado para não ferir também. Se te disseram que não iria conseguir, faça o contrário, apoie com sinceridade. Se deixaram de te abraçar na hora da dor, seja você o ombro amigo de alguém. Sabe quando tentaram te calar? Tentaram te fazer parar? Seja melhor: ouça, ajude a fazer dar certo. E quando te viram chorar e não estenderam a mão? Se mostre de corpo, alma e coração para ajudar quem um dia chorar em sua frente. Seja presença mesmo quando foram ausência em sua vida. Seja luz mesmo quando foram escuridão em seus dias. Seja amor. Aquele tipo de amor que se envolve, que cuida, que aquece o coração, o oposto do que te ofereceram por aí.

Seja sua melhor versão, mesmo quando só te ofereceram versões retorcidas, incompletas, infelizes. Sabe, a vida é uma grande ilha deserta, nós quem a habitamos e pintamos suas cores. Somos nós quem plantamos frutos, florescemos, abrimos caminhos novos. Somos nós quem a construímos. Construções ruins não podem justificar novas construções, mas podem ajudá-las a ser melhores a cada dia.

Assim é a nossa vida: somos uma mistura daquilo que somos com aquilo que fizeram de nós. Não deixe que pintem uma tela egoísta, em tons borrados e sem efeito sincero em seu eu.

Faça daquilo que fizeram de ruim com você o motivo perfeito para ser diferente.

#Resenha: Eu sou Eric Zimmerman – Megan Maxweel


Título:  Eu sou Eric Zimmerman

Autora: Megan Maxweel

Páginas: 463

Editora: Planeta de Livros Brasil

Ano de Publicação: 2018

Onde Comprar:


“O prazer é extremo enquanto ambos nos deixamos levar pelo momento.”


A História


 Eric é o tipo de homem que está fora de todos os padrões, ele gosta muito de mulheres e de sexo. Ele acaba herdando a empresa da família, depois da morte de seu pai. E como é uma empresa muito conhecida e tem uma filial na Espanha, ele acaba tendo que ir até lá para resolver alguns assuntos. É quando ele conhece Judith, uma espanhola que é totalmente o oposto dele, uma menina-mulher completamente maluca (no bom sentido Rsrsr) que vai dá sentido para sua vida séria e fechada.

Será que os opostos realmente se atraem? Será que Eric vai se entregar aos encantos de Judith? E será que Judi vai gostar do mundo de Eric?

Os dois surgiram de paraquedas um na vida do outro, e ela, que adora desafio, irá conhecer um que talvez seja o maior deles. E um homem que não sabe demonstrar sentimentos, que já foi muito machucado no passado por duas pessoas que ele amou muito, irá poder aprender que o amor pode ser verdadeiro, de onde ele menos espera.

Um homem sério e uma mulher que se pode dizer extrovertida, o que será que vai rolar entre esses dois? Só posso adiantar que vai rolar muito sexo, então pessoal, se prepare para conhecer o famoso Eric Zimmerman.

#Proseando: Engole o choro, menina!


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Cresci ouvindo minha mãe me mandando engolir a droga do choro. Sempre pensei que ela estivesse só de implicância comigo, maluca ou fora de controle apenas. Com o passar do tempo, aquilo começou a me incomodar. Afinal, como se engole o choro? Perguntei uma vez a ela, que então disse: apenas engula. Continuei sem resposta.
Continuei sem resposta por muitos anos.
E então passei a engolir o choro sem perceber.

Um sonho


Sempre sonhamos com uma família assim bem do jeitinho que é a nossa, com essa rotina que para alguns pode ser monótona, mas que para nós é algo novo a cada dia. É como se fosse, e acredito que seja, sempre como a primeira vez. Acordarmos para tomar café juntos, você ir para o serviço, e eu ficar cuidando da casa e da nossa pequena. À noite, nos reunirmos para brincar, conversar, jantar... Aos finais de semana, saímos para um passeio e, assim, se repete nossa rotina simples, mas tão nossa. Acho que o amor é assim, sempre presente nas pequenas coisas, nada de grandioso, até porque de grandioso já temos: é quem nos chama de mamãe e papai.
Tem toalha molhada jogada na cama, brinquedos espalhados pela casa inteira, cachorro correndo pela casa. Na mesa tem dois copos, uma mamadeira e uma chupeta, tem bagunça porque a gente nunca foi muito organizado, principalmente pela manhã, mas tem amor. Ah, isso tem! O amor se multiplicou, agora tem uma misturinha nossa correndo pela casa, gritando, sorrindo banguela, fazendo a alegria da casa. Nossa vida mudou completamente, não dormimos mais a noite inteira, mas, pela manhã, acordamos tão dispostos que às vezes nem dá para acreditar. É, deve ser o amor que faz isso com a gente. Éramos dois, agora três e, em breve, quatro...

O fim e a dor que fica


Onde foi parar aquele para sempre que as pessoas tanto falam? Acontece que muitos dizem por dizer, pensam por pensar e falam sem saber. Não compreendo o jeito mais saudável de partir da vida de alguém e acredito não haver algo bom nisso. Como se faz para deixar um lugar que foi seu por tanto tempo? E mesmo que seja preciso, ninguém nunca saberá lidar com a perda. 

E quando perdemos algo ou alguém, o sol não se faz mais necessário, passamos a não querer ver a luz do dia mais. A noite vira infinita tempo ilimitado. As pessoas tornam-se convivências simples. O sorriso vira lágrima de segundo a segundo. As escolhas se perdem. A fala se cala. O olhar vive à procura do substituível, sabendo que não irá encontrar. As chances se vão. As oportunidades se perdem. O desespero só cresce. E a vida? Segue, mesmo que você não a siga.

#Resenha: Eu e esse meu coração - C. C. Hunter


Título:  Eu e esse meu coração
Autora: C. C. Hunter
Editora: Grupo editorial pensamento (editora Jangada)
Páginas: 423
Ano de publicação: 2018
Onde comprar: Amazon | Saraiva

A História
Leah carrega seu coração para onde vai. Não, não é no sentido figurado. Leah precisa carregar, em uma mochila, seu coração artificial desde que perdeu seu coração de verdade. Sua vida é limitada. Ela estuda em casa, portanto, não sai faz tempo. Sua mãe lhe trata como se fosse de vidro. Ela sabe que vai morrer, pois está na lista de espera para um transplante sem nenhuma esperança de conseguir, já que a lista é enorme. Então ela encontra Matt. Ou Eric. Ela não sabe, na verdade. Eles são gêmeos idênticos, embora sejam muito diferentes no jeito de ser. Um deles lhe dá aula em casa, substituindo a professora que não pôde ir. É quando ela se lembra de sua paixão por Matt. Mas será que aquele ali é Matt ou Eric?
Tudo em sua vida se transforma de forma drástica quando Eric, um dos gêmeos, se suicida, pelo menos é o que a polícia afirma. Então ela recebe o coração dele. Sim, agora Leah tem um coração de verdade. O coração do irmão gêmeo do cara que sempre gostou. Mas a verdade é que Leah acaba por receber muito mais que isso: gostos, sonhos, desejos e modos de ser de Eric acabam refletindo em sua vida. E o mais estranho é que ela tem pesadelos de vez em quando com a noite em que Eric morreu, ela supõe, já que os sonhos parecem, na verdade, pequenas lembranças do que pode realmente ter acontecido.

4 livros favoritos da vida (Parte 1)


Amo listas. Amo ler listas. Amo escrever listas. Vocês gostam? Hoje trago 4 livros que eu simplesmente passei a amar muito. Sim, todos me fizeram chorar, mas o que posso fazer? Meu coração é sofredor consigo mesmo. Mais alguém assim?

Ah, não irei comentar sobre a história do livro, apenas darei minha opinião sobre o motivo de ter favoritado tal história, então, para saber mais, terão que entrar nos links das resenhas de cada livro.

Vamos lá?

Ilustrando Traços: Últimas ilustrações

Minha favorita até agora de  ilustra com cenário!

         Oi, gente! Como está aí do outro lado? Por aqui as tarefas não dão um descanso.
Vim atualizar os posts de ilustração com as minhas últimas atividades por aqui. Vocês já seguem a página do Ilustrando Traços? E também estou no Instagram. Segue lá para não perder as novidades e fique de olho que estou preparando sorteio! Vem comigo ver o que andou rolando de trabalho por aqui. 

O melhor lugar é dentro de um abraço


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“O melhor lugar do mundo é dentro de um abraço.”
Gosto muito desse trecho da música do Jota Quest, pois, sendo viciada em abraços, para mim é o melhor lugar, abraço de mãe, de pai... aqueles primeiros abraços que conhecemos. Ah, quão bom é morar ali dentro daquele abraço no qual somos protegidos e amados, são os braços que irão sempre nos amparar seja lá qual for a situação. Depois a gente cresce e conhece os amigos, que vêm com aqueles abraços que nos cuidam, compartilham dores e alegrias, como é bom e confortante poder chorar ali dentro daquele abraço quente de um amigo, ou abraçar tão forte e conseguir passar ao outro a nossa alegria. Certas coisas só têm sentido se tiverem juntas com um abraço. Que graça tem a gente conquistar algo que é muito importante para nós se não tiver ninguém para abraçar? Quão duro é passar por uma tempestade sem ter ninguém que nos abrace.

#Resenha: Por lugares incríveis - Jennifer Níven

Título: Por Lugares Incríveis

Autora: Jennifer Níven

Editora: Seguinte

Ano de publicação: 2015

Páginas: 336

Onde comprar: Amazon | Saraiva



"O que percebo agora é que o que importa não é o que a gente leva, mas o que a gente deixa." 

A História


No alto da torre do sino da escola, Finch se pergunta como seria se pulasse de lá e acabasse logo com o carma da sua vida, até que avista Violet do outro lado prestes a pular também. Convencida a não pular graças a Finch (que guardou esse segredo de todo mundo), ela se vê obrigada a fazer um trabalho de geografia com ele (porque ele a escolhe): visitar lugares que podem ser incríveis no estado onde moram antes de se formarem.

Era para ser um simples projeto, mas a vida de Violet muda completamente e, agora, ela consegue viver, não apenas respirar. E quanto a Finch, ele encontra na Ultravioleta Markante (como a chama) um lugar onde pode ser ele mesmo. Os dois levam o projeto da escola, como projeto de vida e, inclusive, de coisas que se deve fazer antes de morrer. Eles conhecem, não apenas lugares incríveis em Indiana, como também dentro deles próprios.

E agora, será que eles vão se livrar da vontade de cometer suicídio? Será que foram um para o outro, a salvação?