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#Resenha: Pode beijar a noiva - Patrícia Cabot - Editora Planeta (selo Essência)

Hoje trago mais uma resenha (gente tenho lido muuuito, preciso contar pra vocês). 
Emma é uma mulher de garra, decidida e não permite que nada a impeça de fazer o que deseja. Com seu par de olhos azuis e cabelos encaracolados loiros, Emma conduz um grande coração em prol de ajudar aos mais necessitados. James, possui uma beleza indefinível, mas é hostil, em sua maioria, rico e ambicioso. Diferente do que Emma pensa, James conduz a verdade de que é melhor ajudar os pobres a pescar do que dar-lhe um peixe por vez. Ou seja, como em suas palavras, é mais viável ajudá-los a se ajudarem.
Após Emma e Stuart fugirem para Faires para se casar, Emma acaba ficando viúva. James vai até Faires para resolver as questões do enterro de Stuart, seu primo, e encontra Emma ainda lá, vivendo sozinha, e, misteriosamente, com uma pancada de homens atrás dela se oferecendo para ser seu mais novo marido.
Um casal misterioso se forma, ao meio do livro, por motivos não tão felizes: após a morte de Stuart, para que Emma receba sua herança é preciso que esteja casada novamente. James, muito cavalheiro, se oferece para se casar com Emma somente para que ela garanta o dinheiro e possa dispensar os outros homens. James, que sempre amou Emma em silêncio, encontrou nesse açodo uma única chance de tê-la. 
E os dois que, antes de tudo o que ocorrera e que os levara a manter um mínimo de relação, viviam em pé de guerra, agora, estavam mais dispostos a casar-se do que qualquer outro casal. E embora os motivos de cada um, em particular, não fossem os mesmos, no final, meu amor, tudo se tornará lindamente entrelaçado. De forma que sorrisos brotarão em vossas faces e um pouco de euforia e respiração ofegante, também. Ah, não posso deixar de citar que uma pitada de arrepio percorrerá vossos poros e fará com que as cenas saiam do papel e entrem em ação em vossas mentes.
O livro é típico de histórias que se passam em um tempo muito antigo, por volta de 1830. E embora não seja meu gênero favorito (se é que eu tenho um), acabei me apaixonando pela história. E, se você procura por um livro doce, agonizante e romântico sem ser, em momento algum, meloso, esse livro foi escrito para você. É impossível não se apaixonar por James que, ao longo da história, se mostra diferente do mesmo James do início do livro. Pra mim, ele sempre fora daquele jeito, apenas era meio travado e todos os seus compromissos, afinal ele era um conde, lhe tirara os sentimentos mais sensíveis. Sentimentos esses que Emma fez reaparecer rapidamente em James. Emma que, agora, vivia em Faire, onde fora deixada viúva do primo de James, lecionava em uma escola para os filhos dos mais necessitados, não era bem paga  e não queria largar a cidade por nada, acaba por mudar completamente de vida quando James reaparece em sua vida.
Como já disse, James e Emma se casam por motivos complicados, mas, será que eles conseguirão levar isso adiante? Será que eles vão manter o envolvimento distante de seus desejos?
Eu não vou falar mais que isso. Embora eu esteja com os dedos coçando para contar tuuuuuudo desse romance sincero e envolvente. Deixarei a curiosidade de vocês aguçada para que corram e leia o livro, muito bem escrito, por Patrícia Cabot. 
No entanto, como nada é perfeito: minhas críticas vão para as inúmeras vezes em que ocorrem comparações entre James e Stuart por Emma; de início você compreende, depois acaba por pensar que deva mesmo existir, mas ao longo da história, você pira de raiva por ter existido comparações demais (leiam-se desnecessárias). Isto, na minha humilde opinião. E, também, o fato de os pensamentos, tanto de James, quanto de Emma e os demais personagens que envolvem a trama, serem repetitivos e desnecessários, mesmo que em poucas vezes. Mas nada que possa despertar o desinteresse pelo livro, pois, o mesmo, é envolvente e te prende até o fim. Enfim, li-o em apenas 3 noites (leiam-se madrugadas).
Bom, eu recomendo muito o livro, a leitura flui muito tranquila e gostosa. Apenas 288 páginas que passam num piscar de olhos. 
Nota: 4/5
Sâmela Faria

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