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Blogagem coletiva 1: Aprendi a sentir a dor Por Deise Amorim



Com o tempo aprendemos que não dá pra fugir da dor, ou fingir que ela não existe. Antes de tudo, é preciso senti-la e esgotar-se até a última gota. Só então será possível seguir inteira. A vida se encarrega de nos ensinar que as pessoas nem sempre são leais da mesma forma que nós e, algumas vezes, como num teste de resistência, elas nos deixarão sozinhos. E simplesmente deveremos ir.
         A vida também irá ensinar que não adianta culpar as pessoas. Somente nossa capacidade de recomeçar e tentar de novo e de novo será nosso referencial e diferencial, porque, nesta estrada, os "comuns" não deixarão legado. E as pedras e pedradas não são motivos pra parar. A vida nos ensina a gritar, porque o excesso de calma sufoca, a proeza é saber dizer "não" sempre que necessário. Essa lição, a vida nos ensina quando as circunstâncias se estampam vorazmente. A vida nos ensina que o amor é ninho, não gaiola. E pássaro que não voa é uma presa fácil.
          E a lição mais preciosa que a vida me ensinou foi que a vida é muito curta e não é possível acertar sempre; a dúvida e a insegurança fazem parte da minha natureza e compõem minha identidade. Mas, a cada amanhecer, devo ter o propósito de ser uma pessoa melhor, de sorrir pra vida, de fazer as pazes com o espelho e ser feliz. Sim, a felicidade  é o oceano formado por gotas de generosidade, renúncia e escolhas.
         E enfim, a vida me ensinou a ser generosa comigo mesma e perdoar minhas imperfeições, afinal, ser "humana" é justamente errar e aprender com os erros. Amar o próximo e a si próprio e aceitar sua vulnerabilidade diante da vida. E jamais esquecer de que o mais importante é SER e não TER.
          Então descobri, que se meu sorriso é janela da alma, vou sorrir para que a vida abra portas pros meus sonhos. E assim rego minha vida com este riso, que deixa a alma leve. E depois das noites cinzentas, dos travesseiros molhados, dos gritos sufocados debaixo do chuveiro, da solidão reprimida e do medo da dor... É realmente lindo ser "a moça que sorri bonito". 
Como consegui?
 - Aprendi a sentir a dor!
Deise Amorim / Fan Page 

Texto enviado pela leitora Deise Amorim em participação da blogagem coletiva do tema: Sobre as inúmeras coisas que eu aprendi  com a vida.
 

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